quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

comentário

Bauman fala que na pós modernidade tudo é líquido, escorrendo pelas mãos. Enquanto a felicidade passou a ser nosso norte, os relacionamentos se tornam flúidos pois podemos ser trocados ou descartados a qualquer momento, assim que deixamos de fazer o outro feliz.

Bom, metáforas aquosas a parte, acho que na medida em que casa, comida e roupa lavada podem ser conseguidos sem depender de parceiros, mais que justo que nossa geração busque companhias que façam bem, mais do que um que sirva de suporte.

Como vc mesma disse, não há alma gêmea, depende apenas de nós fazer as coisas acontecerem com outra pessoa. Isto posto, contando com toda a sorte de acasos e variáveis que ajudam ou atrapalham, porque não cultivar mais amores e menos dores? Vamos mergulhar nesse mar da pós modernidade ao invés de tentar aprisioná-lo em uma caixa em forma de coração.

0 comentários: